quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018
Medicina alternativa ganha espaço na rede de saúde publica
A medicina naturista ou Naturologia Clínica é um ciência médica desenvolvida há séculos, aceita e aplicada na prática por vários países do mundo, muito mesmo antes da era Cristã. No Brasil esta modalidade vem se instalando junto à tradicional.
Nossa medicina alopática vem abrindo espaço e aceitando a introdução de vários métodos de tratamento da medicina natural, como a Quiropraxia (tratamento com uso das mãos), acupuntura (aplicação de agulhas), massoterapia ( tratamento com massagens), fitoterapia (tratamento com extratos de plantas medicinais), hidroterapia (tratamento com água), geoterapia (tratamento com argila), trofoterapia (tratamento com alimentos) e tantas outras opções terapêuticas que há tempos vem sendo usado em prol da saúde do homem sem lhe causar efeitos colaterais ou sequelas irreversíveis como os tratamentos modernos tem causado.
E de suma importância salientar que nos Estados Unidos da América, uma pesquisa médica foi divulgada com dados alarmantes, segundo a pesquisa a medicina alopática é apontada como a quarta causa de morte, ou seja, os mais diversos tratamentos com produtos químicos, cirurgias, quimioterapias, vacinas, condutas médicas equivocadas, cominam em resultados desastrosos com sequelas irreversíveis e até mesmo a morte.
O Sistema Único de Saúde (SUS), oferece terapias naturais. Por meio da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), o Ministério da Saúde reconhece oficialmente a importância das manifestações populares em saúde e a chamada medicina não convencional, considerada como prática voltada à saúde e ao equilíbrio vital do homem.
Os serviços deveram ser oferecidos por iniciativa local, mas recebem financiamento do Ministério da Saúde, por meio do Piso de Atenção Básica (PAB) de cada município.
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